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Só um terço da população...

 

03/12/2010

 
 
Só um terço da população usa serviços de governo eletrônico  
quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010, 13h09
 
O uso de serviços de governo eletrônico, o chamado e-Gov, ainda é maior entre as empresas brasileiras do que pela população. Enquanto a utilização da internet como canal de obtenção de serviços públicos é adotada por 35% dos brasileiros, nas empresas brasileiras 79% disseram que usaram ao menos um dos serviços nos últimos 12 meses. Os dados fazem parte da pesquisa TIC Governo Eletrônico divulgada nesta quarta-feira, 1º, pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br).
 
O levantamento também evidencia a falta de prática dos brasileiros no uso do e-Gov: 50% dos indivíduos disseram ter utilizado um ou dois serviços nos últimos 12 meses, enquanto 15% fizeram uso de três serviços, 10% de quatro serviços, 6% de cinco e 5% de seis serviços, e outros 5% de mais de dez serviços.
 
A questão cultural e o baixo índice de inclusão digital foram apontados como os principais entraves para o uso de governo eletrônico pela população de maneira mais intensa. O resultado disso é que o meio de acesso aos serviços públicos mais utilizado continua sendo o atendimento presencial, com a preferência de 60% dos indivíduos entrevistados, embora oacesso on-line (35%) já supere o uso das centrais de atendimento telefônico dos órgãos de governo, citado por 8% dos participantes da pesquisa.
 
Entre os usuários do e-Gov, 91% disseram que estão satisfeitos ou muito satisfeitos em relação aos serviços de governo oferecidos pela internet, mas a pesquisa mostra que muitas funcionalidades são poucos exploradas. Outro dado revelado pelo estudo é que o uso do e-Gov é mais intenso na busca de informação sobre serviços - prática citada por 90% dos usuários - do que efetivamente para a realização de transações, que atinge 61% das pessoas que acessam recursos de governo eletrônico.
 
Para a realização dos estudo, o Cetic.br entrevistou 3 mil pessoas com idade a partir de 16 anos, e 650 empresas, em 157 municípios. 
 
Victor Hugo Cardoso Alves 
 
Governo de São Paulo investe R$ 6 milhões em parque tecnológico 
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010, 17h05
 
O governo do estado de São Paulo vai investir R$ 6 milhões na construção de um parque tecnológico na cidade de Sorocaba, no interior do estado. O novo prédio abrigará uma incubadora de projetos voltados para a inovação tecnológica nas áreas de tecnologia da informação e comunicação (TIC), automóveis, fontes alternativas de energia e farmácia.
 
De acordo com comunicado do governo, o parque terá área de 6,65 mil metros quadrados e, além da incubadora para pequenas e médias empresas, abrigará o centro administrativo do parque. O projeto ainda prevê a construção de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento e de um "centro de inteligência do empreendimento".
 
O contrato para o repasse da verba do governo estadual para a Prefeitura de Sorocaba foi assinado nesta quarta-feira, 1º, durante evento para a construção de uma fábrica da Toyota na cidade.  
 
Da Redação 
 
Discurso pró-aprovação do PLC 116 prevalece entre empresários e governo 
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010, 20h05
 
 
O primeiro debate público no Senado sobre o PLC 116/2010, que altera as regras do setor de TV por assinatura e do audiovisual, deixouevidente que, pelo menos por enquanto, o acordo firmado na Câmara dos Deputados entre os diversos segmentos atingidos pelo projeto continua válido. O projeto só pode ser aprovado na Câmara sem maiores problemas graças a um entendimento quase geral (ficaram de fora programadores internacionais e Sky) que selou o abandono das bandeiras individuais de cada um dos setores em prol de uma tramitação célere do projeto de lei. Nesse quase-consenso negociado, polêmicas até então insolúveis como a envolvendo a política de cotas de fomento doconteúdo audiovisual foram simplesmente retiradas da agenda política das empresas, permitindo assim o avanço da matéria.
 
Muitos ainda apostam que o acordo pode ruir com o avanço da análise no Senado Federal mas, até o momento, ele está intacto. O presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg, fez uma síntese do clima dos negociadores nesse momento da tramitação. "A situação tal qual está hoje é o pior dos mundos e isso não é um quadro hipotético", afirmou. "É essencial que todas essas forças se unam para viabilizar um plano em andamento. As imperfeições que o PLC 116 podem ser concertadas no futuro".
 
Annenberg rememorou que a ABTA era uma das entidades contrária às cotas de conteúdo nacional, mas a associação abriu mão da polêmica para que o projeto pudesse ser aprovado. O catalisador dessa mudança de postura foi o movimento da Anatel de alterar os instrumentos regulatórios para retirar as barreiras que impediam as teles de entrar no mercado de TV a cabo. Os participantes da audiência evitaram fazer comentários mais profundos sobre a ação da agência reguladora, mas praticamente todos os convidados a debater o assunto no Senado disseram que a aprovação da nova lei será mais benéfica para a sociedade e para o próprio mercado do que o cenário atual. Annenberg foi quem mais se arriscou a comentar, mesmo que indiretamente, a iniciativa desencadeada pela agência. "Sem o PLC 116, acaba-se encontrando outros caminhos para viabilizar a entrada das teles pela portas dos fundos", alertou.
 
Conciliação
 
A união das forças em torno da aprovação do PLC 116 também foi rememorada pelo representante das teles. O superintendente executivo doSindiTelebrasil, César Rômulo, também fez um discurso de conciliação a favor da nova lei. "Nós abrimos mão de coisas muito importantes na negociação na Câmara dos Deputados porque entendemos que é muito mais imperativo para a sociedade que o projeto seja aprovado já. A nossa solicitação é que os senhores (senadores) ponderem essa demanda da sociedade", declarou o representante das teles.
 
Essa linha de conciliação adotada pelas teles e e ABTA abriu terreno para que produtores de conteúdo e a agência responsável pela área audiovisual, a Ancine, reforçassem seus discursos sobre os aspectos positivos de uma política de cotas para a produção nacional. O diretor executivo do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC), Cícero Aragon, lembrou que as cotas propostas ainda são bastante tímidas em comparação com as políticas adotadas na Europa e que o mercado brasileiro de audiovisual é altamente concentrado. "As cotas são necessárias por serem o único caminho para a veiculação da produção brasileira independente", afirmou Aragon. "Se o mercado fosse realmente capaz de se auto-regular, de receber novos players, de se organizar dentro das regras naturais de mercado, de oferta e procura, o cenário seria bastante diferente", reclamou.
 
Benefícios gerais
 
Manoel Rangel, diretor presidente da Ancine, acredita que o projeto pode, sim, ser pacificado pois as empresas sairão beneficiadas mesmo com a existência de um regime de cotas pelo simples fato de que o mercado de TV paga será expandido. "A verdade é que eles vão ter uma condição melhor após a aprovação do projeto. Até mesmo os programadores internacionais, que vão ter uma expansão do mercado muito rápida", analisou. "Eles (os empresários de telecomunicações) já concordaram em muita coisa. Aquilo que faltou é porque a unanimidade é burra, como já dizia Nelson Rodrigues", arrematou.
 
Para o conselheiro do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual do Rio de Janeiro (Sicav/RJ), cineasta Luiz Carlos Barreto, há grandes ganhos em termos de identidade nacional na implementação de uma política de fomento da produção cultural, mas também há impactos econômicosimportantes para o país. Barretão contou que o mercado de produção audiovisual é um dos mais promissores do mundo especialmente na geração de postos de trabalhos. "A indústria criativa é onde há a maior geração de empregos da atualidade. Se você investir R$ 1 bilhão na indústria automobilística serãogerados oito empregos. Os mesmos recursos no audiovisual geram 100 empregos", comentou. 
 
Mariana Mazza
 
Senado aprova nova Lei do Cade. Projetovolta à Câmara 
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010, 22h25
 
 
O Plenário do Senado Federal aprovou no início da noite desta quarta-feira, 1º, o PLC 6/2009, que cria formalmente o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC). Mais conhecido como "nova Lei do Cade" ou "Super Cade", a proposta altera a estrutura atual de análise antritruste, visando uma maior agilidade na análise dos processos envolvendo questões concorrenciais. Os órgãos mais afetados são as secretarias de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça, e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, que passam a ter nova estrutura e atribuições dentro do SDBC.
 
No setor de telecomunicações pouca coisa muda. Pelo texto aprovado no Senado, a Anatel continuará sendo o órgão de instrução dos atos de concentração e poderá colaborar nas análises de processos administrativos envolvendo empresas do setor, tal qual é hoje. As mudanças ficam por conta da adaptação dos processos ao novo sistema antitruste, que todos os setores terão que sesubmeter, o que inclui prazos bem mais rigorosos para as análises e a submissão da aprovação antes da efetivação das fusões.
 
A proposta será novamente analisada pela Câmara dos Deputados, pois os senadores fizeram alterações no texto aprovado anteriormente. No retorno à Câmara, o projeto não precisará passar novamente pela tramitação nas comissões, sendo deliberado apenas no Plenário, que decidirá se concorda com a reforma sugerida pelo Senado ou se mantém seu texto anterior. 
 
Mariana Mazza
 
Telebrás adia análise de propostas paraoferta de rádio enlace digital 
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010, 22h10
 
 
 
A última tomada de preços realizada pela Telebrás em 2010 atraiu o maior número de competidores e também deverá resultar no maior desembolso da estatal para a compra de equipamentos. O alvo da disputa iniciada nesta quarta-feira, 1º de dezembro, foi a posição de fornecedora dos equipamentos de rádio enlace digital e a infraestrutura de torres para a composição do chamado backhaul do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A intensa disputa fez com que o pregoeiro da estatal decidisse adiar para essa quinta-feira, 2, às 10h a retomada do pregão, quando será feita a análise das propostas.
 
O leilão atraiu nada menos do que 17 competidores, divididos em dois grupos: fornecedores de rádio e fornecedores de torres. A Telebrás também subdividiu o leilão em quatro regiões. Com isso, os lances foram distribuídos em oito grupos: um de rádio e um de torre para cada uma das quatro regiões. Sete empresas disputaram os grupos de rádio e outras 10, os grupos de torre.
 
As empresas fizeram lances durante nove horas consecutivas fazendo com que esse pregão também seja o mais longo de todos os realizadospela Telebrás. Muitas empresas que participaram da disputa possuem Processo Produtivo Básico (PPB) ou desenvolvimento tecnológico no Brasil, tornando incerto quem será o vencedor de cada um dos grupos negociados. Mas apenas nesta quinta opregoeiro deverá confirmar se as empresas, de fato, possuem a documentação que lhes dá o direito de preferência previsto na medida provisória 495/2010.
 
Mesmo sem conclusão, a Telebrás já pode comemorar ao menos um aspecto positivo da vasta disputa pelo fornecimento do sistema de rádio enlace. No momento, os valores das melhores propostas por cada grupo estão abaixo do estimado pelo mercado para os gastos da estatal com esse pedaço da rede. Enquanto a estimativa das empresas é que o pregão custaria à Telebrásmais de R$ 1 bilhão, as ofertas somadas totalizam um custo final de R$ 663,340 milhões. Ainda assim, este será o leilão mais significativo em termos financeiros realizado pela Telebrás desde sua revitalização. Veja abaixo asempresas que participaram hoje da disputa.
 
Grupos para fornecimento de rádio:
 
* Ericsson
 
* SIAE Microelettronica
 
* Huawei
 
* WNI
 
* ZTE
 
* Digitel
 
* BSB Consultoria
 
 
 
Grupos para fornecimento de torres
 
* Networker
 
* Flexipar
 
* C.A.W. Projetos
 
* Everest
 
* Clemar
 
* Esmero
 
* Bimetal
 
* Zopone
 
* Brasilsat
 
* Mavi 
 
Mariana Mazza
 
Senado fará novo debate sobre PLC 116 na próxima semana 
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010, 21h09
 
 
 
Os senadores farão ao menos mais uma audiência pública para discutir o PLC 116/2010, que trata do setor de TV por assinatura e cria umapolítica de fomento para o conteúdo audiovisual brasileiro. Já está agendada para a próxima terça-feira, 7, uma segunda rodada de debates, complementando a discussão realizada nesta quarta, 1º. A nova audiência pública deverá contar com a participação de 10 entidades envolvidas no projeto de lei.
 
O grande número de convidados deixa dúvidas se as comissões do Senado não optarão por desmembrar o debate em uma terceira audiência. Alguns dos convidados para o encontro (sobretudo aqueles que se opõem à matéria) deveriam ter apresentado suas posições na discussão realizada nesta quarta, mas foram realocados para a segunda audiência exatamente para que não houvesse um grande número de debatedores na mesa. O debate desta quarta contou com seisentidades: Ancine, SindiTelebrasil, ABTA, CBC e Sicav/RJ.
 
Para próxima rodada serão chamados representantes das seguintes entidades:
 
* Anatel
 
* Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra)
 
* Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)
 
* Associação Brasileira de Programadores de Televisão por Assinatura (ABPTA)
 
* Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp)
 
* Sky
 
* Associação de Produtoras Brasileiros e do Audiovisual (APBA)
 
* Associação Brasileira de Produtores Independentes de TV (ABPI-TV)
 
* Fundação Getúlio Vargas (FGV)
 
* Um órgão de defesa do consumidor
 
 
 
Em princípio, serão convidados os presidentes das entidades citadas, mas existe a possibilidade de envio de representantes. No caso do órgão de defesa do consumidor, ainda não está acertado qual será a entidadeescolhida, mas segundo informações da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, provavelmente será convidada alguma representação do Procon.
 
A FGV figura na lista com um propósito bastante específico: convidar o jurista Carlos Ari Sundfeld para apresentar sua opinião sobre o projeto. Sundfeld é especialista em direito na área de telecomunicações. 
 
Mariana Mazza

Fonte:
Abranet - geral
Abranet - Noticias do setor
 

 

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